13.9.07

Novo Mercado em Mídia Digital Móvel - TV Ônibus

Mídia Digital Móvel TVO - Ônibus

O mercado publicitário ganha, a partir do dia 1º de outubro, uma nova opção de mídia digital móvel. A Mixer Participações, holding de audiovisual que inclui a Mixer Produções, coloca em operação a TVO, empresa que vai operar aparelhos de TV LCD (17 polegadas) em ônibus públicos na cidade de São Paulo. O número de aparelhos em cada veículo varia conforme a capacidade de passageiros, ficando entre duas e quatro TVs. De acordo com o presidente da Mixer, João Daniel Tikhomiroff, a idéia é levar, principalmente, entretenimento ao usuário deste transporte público.

- Vamos oferecer conteúdo feito não apenas pela Mixer, mas por outras produtoras até mesmo do exterior. Mas 70% deverão ser nacionais - diz Tikhomiroff, ao enfatizar que a TVO é uma empresa com operação independente da produtora Mixer.

Tikhomiroff destaca ainda o aspecto de entretenimento desta opção de mídia dentro dos ônibus. - Em média, uma viagem de ônibus dura 40 minutos. É um entretenimento gratuito - completa. Dos blocos de 30 minutos, 24 minutos são de conteúdo e seis, de publicidade - no total, são seis brakes de um minuto cada.


No conteúdo a ser exibido estão animações, dicas de saúde e beleza, informações culturais, esporte e humor.

O investimento inicial para que a TVO comece a operar alcança a casa de R$ 3 milhões.

- Nossa meta é faturar R$ 30 milhões no primeiro ano de atuação - revela Tikhomiroff.

A parceria envolve 80% da frota da SPTrans - ou seja, 6,5 mil dos 8 mil ônibus. No início, no entanto, as TVs estarão em 500 veículos. Até abril do próximo ano, serão mais 700 incluídos na operação.

- Aí, então, vamos atingir 1 milhão de passageiros todos os dias - informa o diretor Eduardo Aidar.

Tikhomiroff lembra que esta audiência é maior do que de algumas redes de televisão no país. Sobre os custos de veiculação, Aidar diz que um comercial de 30 segundos custa R$ 333 mil, com direito a duas inserções por hora.

Tikhomiroff não esconde os planos de expansão. Primeiro fora da cidade de São Paulo, depois em algumas cidades da América Latina.

- É uma mídia que já deu certo em outros países da Europa, nos Estados Unidos e até na China - diz o diretor executivo da TVO, Fabio Ribeiro.

Fonte: Terra

8.9.07

Marketing Viral: Apenas 15% de Sucesso!

Estudo sobre Marketing Viral revela...

Foi com alguma surpresa que li no no CRM a notícia que, em 2006, apenas 15% das campanhas de marketing viral redundaram em sucesso pleno, ou seja, conseguiram atingir o objetivo basilar da estratégia que é conseguir com que os consumidores espalhem a mensagem definida para a campanha.


Viral Marketing: Bringing the Message to the Masses (Marketing Viral: Levando a mensagem às massas) é o nome do estudo, realizado pela Júpiter Research.

Segundo noticia, o relatório concluiu que a técnica mais usada para estimular o comportamento viral foi focar o público com influência e cerca de 55% dos marketeers ouvidos ponderam abandonar esta táctica no próximo ano.

Segue a razão do fracasso:

De acordo com os dados da Jupiter Research, os utilizadores da internet mais propícios de reencaminhar mensagens publicitárias são os “relativamente mais velhos”, comparativamente aos grupos mais jovens. Enquanto os últimos utilizam com maior frequência as redes sociais, os consumidores maduros mostraram dar um uso superior ao e-mail e ao vídeo.

Significa, portanto, que “o marketing viral está a alienar das campanhas o público-alvo tradicional para os seus produtos e marcas”. Por outro lado, ao apostar nas redes sociais, esquece que estes canais têm quebras de utilização muito abruptas, que comprometem a transmissão das mensagens.

Posto isto, qual o futuro do marketing viral? Com esta percentagem baixíssima de sucesso e cerca de 55% dos marketeers a ponderarem desistir de o aplicar, enfrentará o vírus um declínio prematuro?

Será assim tão complicado desenvolver uma campanha bem sucedida?

Fonte: Mercadologia

4.9.07

Web 2.0, Neotribalismo e as Comunidades Sociais

Estamos vivendo um Novo Paradigma - NEOTRIBALISMO

Passando os olhos em alguns artigos sobre Comunidades Sociais, para entender o porvir, me deparei com o conceito que segue.

Neotribalismo é
um misto de Maffesoli, Weber e Durkheim:

Neste novo paradigma estamos assistindo, um retorno às idéias dos clássicos da Sociologia só que de maneira inovadora. O neotribalismo apontado por Maffesoli contém em suas entranhas as comunidades emocionais de Weber com o seu pertencimento a um grupo e também contém a solidariedade orgânica de Durkheim com os laços sociais, tudo de forma a consolidar as neotribos.


A noção de tribo é entendida aqui como a defendida por Michel Maffesoli em O Tempo das Tribos - o declínio do individualismo nas sociedades de massa, onde o autor se apoia no paradigma da estética para assinalar a efervescência do neo-tribalismo que, “sob as mais diferentes formas, recusa reconhecer-se em qualquer projeto político, não se inscreve em nenhuma finalidade e tem como única razão de ser a preocupação com um presente vivido coletivamente”, baseada no sentimento e na experiências partilhados, na faculdade comum de sentir.

Chegamos a pós-modernidade num vaivém constante entre a massificação crescente e o desenvolvimento de microgrupos com ideais comunitários, que se acreditava terem sido ultrapassados.

Dessa forma, talvez pudéssemos concluir que após o período de desencantamento do mundo, estaríamos vivendo um reencantamento do mundo que teria como cimento principal uma emoção ou sensibilidade vivida em comum, os neotribalistas.

Em que terreno essa forma social é vivenciada de forma mais concreta? A Web2.

Vivemos um novo arranjo da comunicação onde o real e o virtual não se confundem, mas coexistem!

Pense... o simples fato de você navegar na internet ( suas escolhas, baseadas na suas emoções ), ajudam a construir uma nova tribo.