13.9.07

40% Pequenas e Médias Empresas ( USA ) usam Web2.0

Web 2.0 - Um mercado em expansão!!!

Mais de 2,8 milhões de MPEs globais já utilizam aplicações de Web 2.0


Mais de 2,8 milhões de pequenas e médias empresas globais já estão utilizando aplicações de Web 2.0, embora ainda sejam deficientes as definições sobre funcionalidades de tal plataforma, revela pesquisa publicada nesta semana pela consultoria Access Market International (AMI) Partners.

Só nos Estados Unidos, mais de 40% das pequenas e médias utilizam essas aplicações, embora o conhecimento sobre tais soluções ainda seja baixo, ressalta Jackie Chan, diretor de pesquisa da consultoria. Além disso, essa mesma amostra aponta que já utiliza sites como Amazon.com e eBay para abordagens corporativas.

De acordo com o executivo, a AMI vê a Web 2.0 como a segunda geração de serviços de internet. Na prática, o conceito marca a transição de websites estáticos para uma plataforma de desenvolvimento de aplicações, o que cria oportunidade também para os desenvolvedores e parceiros em termos de monetizar suas aplicações.

“Desde grandes companhias como a Microsoft até pequenas start-ups têm utilizado tal abordagem como um passo à frente para criar soluções baseadas em web e serviços, algumas das quais são extremamente relevantes ao espaço das pequenas e médias”, diz Chan.

Fonte: IDG

Novo Mercado em Mídia Digital Móvel - TV Ônibus

Mídia Digital Móvel TVO - Ônibus

O mercado publicitário ganha, a partir do dia 1º de outubro, uma nova opção de mídia digital móvel. A Mixer Participações, holding de audiovisual que inclui a Mixer Produções, coloca em operação a TVO, empresa que vai operar aparelhos de TV LCD (17 polegadas) em ônibus públicos na cidade de São Paulo. O número de aparelhos em cada veículo varia conforme a capacidade de passageiros, ficando entre duas e quatro TVs. De acordo com o presidente da Mixer, João Daniel Tikhomiroff, a idéia é levar, principalmente, entretenimento ao usuário deste transporte público.

- Vamos oferecer conteúdo feito não apenas pela Mixer, mas por outras produtoras até mesmo do exterior. Mas 70% deverão ser nacionais - diz Tikhomiroff, ao enfatizar que a TVO é uma empresa com operação independente da produtora Mixer.

Tikhomiroff destaca ainda o aspecto de entretenimento desta opção de mídia dentro dos ônibus. - Em média, uma viagem de ônibus dura 40 minutos. É um entretenimento gratuito - completa. Dos blocos de 30 minutos, 24 minutos são de conteúdo e seis, de publicidade - no total, são seis brakes de um minuto cada.


No conteúdo a ser exibido estão animações, dicas de saúde e beleza, informações culturais, esporte e humor.

O investimento inicial para que a TVO comece a operar alcança a casa de R$ 3 milhões.

- Nossa meta é faturar R$ 30 milhões no primeiro ano de atuação - revela Tikhomiroff.

A parceria envolve 80% da frota da SPTrans - ou seja, 6,5 mil dos 8 mil ônibus. No início, no entanto, as TVs estarão em 500 veículos. Até abril do próximo ano, serão mais 700 incluídos na operação.

- Aí, então, vamos atingir 1 milhão de passageiros todos os dias - informa o diretor Eduardo Aidar.

Tikhomiroff lembra que esta audiência é maior do que de algumas redes de televisão no país. Sobre os custos de veiculação, Aidar diz que um comercial de 30 segundos custa R$ 333 mil, com direito a duas inserções por hora.

Tikhomiroff não esconde os planos de expansão. Primeiro fora da cidade de São Paulo, depois em algumas cidades da América Latina.

- É uma mídia que já deu certo em outros países da Europa, nos Estados Unidos e até na China - diz o diretor executivo da TVO, Fabio Ribeiro.

Fonte: Terra

8.9.07

Marketing Viral: Apenas 15% de Sucesso!

Estudo sobre Marketing Viral revela...

Foi com alguma surpresa que li no no CRM a notícia que, em 2006, apenas 15% das campanhas de marketing viral redundaram em sucesso pleno, ou seja, conseguiram atingir o objetivo basilar da estratégia que é conseguir com que os consumidores espalhem a mensagem definida para a campanha.


Viral Marketing: Bringing the Message to the Masses (Marketing Viral: Levando a mensagem às massas) é o nome do estudo, realizado pela Júpiter Research.

Segundo noticia, o relatório concluiu que a técnica mais usada para estimular o comportamento viral foi focar o público com influência e cerca de 55% dos marketeers ouvidos ponderam abandonar esta táctica no próximo ano.

Segue a razão do fracasso:

De acordo com os dados da Jupiter Research, os utilizadores da internet mais propícios de reencaminhar mensagens publicitárias são os “relativamente mais velhos”, comparativamente aos grupos mais jovens. Enquanto os últimos utilizam com maior frequência as redes sociais, os consumidores maduros mostraram dar um uso superior ao e-mail e ao vídeo.

Significa, portanto, que “o marketing viral está a alienar das campanhas o público-alvo tradicional para os seus produtos e marcas”. Por outro lado, ao apostar nas redes sociais, esquece que estes canais têm quebras de utilização muito abruptas, que comprometem a transmissão das mensagens.

Posto isto, qual o futuro do marketing viral? Com esta percentagem baixíssima de sucesso e cerca de 55% dos marketeers a ponderarem desistir de o aplicar, enfrentará o vírus um declínio prematuro?

Será assim tão complicado desenvolver uma campanha bem sucedida?

Fonte: Mercadologia